sábado, 18 de fevereiro de 2012

Quando Recomeçar é preciso

Sair bruscamente da chamada "zona de conforto" e começar novamente do zero não é simples como muitas pessoas gostam de apregoar aos quatro ventos. No entanto, algumas vezes, é preciso arregaçar as mangas sim e refazer, passo a passo, o caminho tantas vezes percorrido outrora.
Na verdade, também é assim que Deus atua na existência humana, quando simplesmente faz desmoronar as nossas mais altas expectativas. Parece mesmo que Ele sussurra no recanto mais íntimo da alma, nos dizendo: "-Ainda não chegou a hora."
Muito embora, é fato, eu não saiba qual é a fórmula mágica para não desanimar no meio da jornada, sigo caminhando. Nunca haverá flores no caminho de quem persegue determinados ideais.


Stephane Loureiro

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A Maldade Humana

Sim, meus prezados, viver não é fácil.
E, durante a caminhada, nos depararemos com todo o tipo de pessoa, inclusive aqueles tipinhos ambiciosos, desprezíveis, capazes de fazer absolutamente tudo por dinheiro, e principalmente, poder.
No entanto, cabe a cada um de nós não permitir que tais indivíduos nos contaminem. É preciso caminhar com honradez, dignidade e senso de justiça. Muitas vezes - é fato - estaremos sós durante esta jornada.
Mas Deus, que de tudo tem conhecimento e não perde um lance sequer das perfídias humanas, será o Juiz maior da nossa existência e somente a Ele cabe o julgamento final dos nossos atos.
Caminhemos, meus caros, com a cabeça erguida e o passo firme, resoluto, em direção a vitória final, aqui ou alhures, e que certamente será daqueles que se conduziram de modo transparente e escorreito.


Stephane Loureiro

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Rui Barbosa

"De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver prosperar a desonra,
De tanto ver crescer a injustiça,
De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
O homem chega a desanimar-se da virtude,
A rir-se da honra
E a ter vergonha de ser honesto."


Quero dedicar estas palavras singelas de Rui Barbosa aos que perpetram as maiores vilanias pela sedução vazia do vil metal e a ilusão passageira do poder. 
E dizer-lhes, por último, que o lugar ideal para o exercício de qualquer profissão é aquele em que seja possível torná-la instrumento de auxílio ao próximo.


Stephane Loureiro

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Caminho

Cá estava eu hoje aqui em casa, curtindo a mágoa de certas coisas, quando de repente bate na minha porta a atual esposa do meu pai, me trazendo uma lembrancinha enviada por ele, que se encontra servindo em Recife. Fiquei super feliz, não pelo presente - mas por saber, que mesmo estando longe, ele está pensando em mim.
Sempre senti uma falta enorme do meu pai. Não tive oportunidade de conviver muito com ele, posto que meus pais se divorciaram quando eu tinha apenas quatro anos. Meu pai, que é militar, emendou um casamento após o outro - já está no terceiro - e sempre esteve servindo em cidades diversas das que morei. Lado outro, também nunca simpatizei muito com as esposas que ele escolheu e vice versa. Basta dizer, que em todos esses anos, nunca passei férias com meu pai.
Minha mãe, a seu turno, casou-se recentemente, há menos de um ano. Sempre vivemos juntas, e apesar dos temperamentos diametralmente divergentes, sempre tivemos um relacionamento de cumplicidade. Contudo, depois que meu padrasto passou a viver conosco, resolvi sair de casa. Não foi fácil. Mas, com o tempo, nos acertamos e, embora não moremos mais juntas, conversamos diariamente e ainda trocamos "nossas figurinhas". Hoje, também falo sempre com meu padrasto - mas, graças a Deus, cada um no seu quadrado.
Durante a temporada na casa dos meus avós - uma verdadeira estância de tranquilidade e acolhimento, diga-se de passagem - passei a me organizar com o intuito de colocar em prática o sonho de morar só, que antes pairava apenas no plano das idéias.  Pouco tempo depois deu certo, e com a coragem dos principiantes, vim me aventurar nessa vida de emancipação.
Contudo, por mais que os percalços do caminho tenham ostensivamente me conduzido a uma extrema necessidade de independência e autonomia, e mesmo a um certo individualismo "emocional", não deixo de me sentir um tanto quanto errante. 
Entretanto, acredito piamente que a Providência sempre tem um intuito, um verdadeiro propósito, quando direciona a nossa vida rumo ao desenvolvimento de certas aptidões. Na verdade, temos que buscar o aprimoramento espiritual, com os instrumentos que nos são ofertados. Viver é isso.


Stephane Loureiro

sábado, 28 de janeiro de 2012

Levemente Anestesiada

Estou me sentindo bem melhor hoje. Realmente, a medicação tem surtido efeito. Claro, a sensação é de uma ligeira anestesia...
Acho que esses últimos meses, acumulando contrariedades e preocupações, não me fizeram bem.  Sem contar a minha mania de ficar guardando as coisas só pra mim. Esses hábitos fazem mal pra saúde... 
No mais, a velha vida corrida de sempre. Semana que vem, iniciam minhas aulas e graças a Deus, este será meu último semestre na graduação. Em seguida, quero fazer uma especialização em Direito do Trabalho, pra não perder o costume (risos!).
Falar a verdade, eu até estava com vontade de me estender aqui hoje, mas o remédio me dá um sono terrível, terrível...


Stephane Loureiro

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Ludiomil 75mg - Alegria vendida em farmácia?

Excerto da consulta de ontem à noite:

"Médico: - E aí Stephane, está melhor? Você já está diferente, sorrindo.
Eu: - Dr. o remédio é bom. De fato, estou menos ansiosa e me sinto um pouco mais relaxada. 
A memória também melhorou. Mas, as crises de angústia continuam acontecendo  (...).
Médico: - Olha, tenha absoluta certeza que você vai ser curada. O tratamento só começa a fazer efeito realmente, depois de trinta dias de uso do medicamento.
Eu: ...
Médico: - Vamos aumentar a dose. Agora você vai tomar três comprimidos antes de dormir de 25 mg ou, se preferir, apenas um de 75 mg (...)"
________________________________________________________________________________


Stephane Loureiro
*remédio nenhum faz milagre...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Constatações...

Momentos há, que nem os remédios conseguem amenizar a dor de certas feridas profundas.
Não há médico no mundo que seja capaz de curar essa tristeza persistente, que volta e meia - por mais que eu me esforce para amenizar - retorna e se agiganta, tal como sempre estivera, dentro de mim.
Não estou (e nem sou) doente, como gostariam alguns. Meu mal tem nome.
No entanto, vou tratando os 'sintomas' com remédios, excesso de trabalho e outras drogas.
Os anos vão passando diante de mim e muitas coisas mudaram. A menina tola, deixou de ser menina, mas as velhas feridas continuam esperando o lenitivo inexistente. 
Eu sigo procurando outras formas de compensação, mas é como se faltasse um pedaço do meu corpo, do meu coração.  E só quem comunga desse mesmo vazio, tanto quanto eu, sabe que não é possível preenchê-lo. Não há remédio possível para certas moléstias.



Stephane Loureiro

sábado, 14 de janeiro de 2012

Saudade


É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos...

É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo...

Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.

É preciso a saudade para eu sentir
como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...

Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato...

E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.


Mário Quintana

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Coração em paz.

Meus prezados, minha vida tem sido muito abençoada, sob todos os aspectos.
Não posso me queixar da enorme sensação de tranquilidade, que tenho a oportunidade de vivenciar, nos últimos tempos. Sabe aqueles momentos felizes, "de poder respirar bem fundo", coração aliviado, sereno?
É exatamente assim que me sinto. Eu esperei muito tempo por isso. 
E fora isso - que não é pouca coisa, tendo em vista os maus bocados que andei a amargar, outrora - profissionalmente, estou numa fase muito produtiva e de grande satisfação com a atividade que decidi exercer, há tempos. Sinto que fiz a escolha certa - agora só depende de mim, do meu esforço, do meu empenho conquistar o meu espaço. O que virá, de futuro. Tenho fé nisso.
Morar sozinha, pra mim, também foi um grande remédio pra muitas coisas. 
Essa semana já fez um mês que estou morando só.
Eu estava precisando dessa enorme sensação de liberdade - claro, liberdade responsável, inteligente.
Não é porque estou emancipada de vez, que vou cair na esbórnia. Coisa que nunca fiz, diga-se de passagem. Pelo contrário. Mas que é o máximo não dever satisfações a seu ninguém, isso eu garanto que é.
Eu amo transitar pela casa "em trajes pequenos" o dia inteiro, ficar até tarde ouvindo música ou simplesmente bebericando o meu vinhosinho, solitária.
De fato, morar sozinha não é barato - mas, a tranquilidade que eu tenho, vale cada centavo.
Sou uma pessoa extremamente caseira. Adoro ficar em casa assistindo um filminho, por exemplo, ou fazendo qualquer outra coisa boba, mas prazerosa. Não troco a minha vidinha de eremita urbano, por nada. 
Outra coisa: resolvi dar mais atenção a minha saúde. 
Procurei um bom médico, que depois de quase uma hora de consulta, não me passou um exame sequer: apenas um simples ansiolítico. Dois comprimidinhos antes de dormir, e passo o dia seguinte extremamente relaxada. Não vicia, não  é calmante, mas faz uma diferença enorme: estabiliza o meu humor. 
De mais a mais, nada melhor pra vida do que sentir-se bem resolvida e em paz consigo mesma.
Caminhar, vivenciando serenamente o presente e, com o coração aberto, pra tudo de bom que vier mais adiante. Eu mereço.


Stephane Loureiro

sábado, 31 de dezembro de 2011

Clube da Luluzinha

O ano de 2012 pra mim, será cheio de desafios, sob todos os aspectos. 
No entanto, uma das minhas metas por assim dizer, é aprender a viver de maneira mais leve, sem tanta ansiedade e nervosismo. Sou uma pessoa constantemente estressada. 
Eu tenho o péssimo hábito de me preocupar demais com tudo, o tempo todo. 
Sabe peru de Natal, que morre de véspera? Eu sou pior. Já morro com um mês de antecedência, no minimo. 
E são essas manias que  acabam com a minha saúde emocional. Coisa de velho mesmo.
Contudo, depois que passei a morar sozinha, já dei uma certa relaxada nos nervos.
Por coincidência, aluguei meu apartamento praticamente ao lado do prédio onde mora uma quase-tia, Joelma, moça muito nova, apenas 36 anos - que foi quem me criou quando era pequena, junto com minha mãe, que sempre trabalhou muito.
De modo que ela e as três irmãs, depois que  me mudei, sempre aparecem aqui em casa pra jogar conversa fora, falar mal dos respectivos maridos e beber um vinhosinho, claro.
Esse é o chamado Clube da Luluzinha.
Inclusive, essas colegas já deram meu "diagnóstico". Insistem comigo que esses anos todos solteira - lá se vão bem mais de quatro anos - já estão causando seus efeitos "deletérios" na minha saúde.
Elas fazem piada da minha vida praticamente monástica.
Da minha parte, todavia, pouca coisa mudou na minha rotina, depois que vir morar só. 
Continuo com o mesmo espírito pacato de sempre.
Sou uma pessoa caseira, de poucos, porém seletos amigos e sem entusiasmo por grandes agitações. Entretanto, tenho procurado me soltar um  pouco. Não faz bem  ficar "entocada" em casa o tempo todo (nessa vidinha trabalho/casa) e ainda mais morando só. Até voltei a beber um pouquinho.
Claro, gosto de pegar meu cineminha de vez em quando, bater perna na praia e etc, mas sempre programinhas bem lights. 
Bom, agora vou tirar um cochilo, porque logo mais a noite, vou reunir o Clube da Luluzinha e comemorar a passagem de ano!
Até 2012 meus prezados!


Stephane Loureiro

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Independência.

Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!


Luís Fernando Veríssimo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Aprovada no Exame da OAB!

Bom, meus queridos, realmente fecho 2011 com chave de ouro!
Morando sozinha, aprovada (de primeira e com um semestre de antecedência, pois me formo em junho do ano que vem, diga-se de passagem) no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil e super bem resolvida, em todos os aspectos.
Me sinto feliz, pois dei mais esse passo importantíssimo e assumo, na verdade, mais essa responsabilidade e esse peso, que será exercer a advocacia com honestidade e respeito para com o trabalhador.
Meu maior objetivo é fazer da profissão que eu escolhi - a advocacia trabalhista - instrumento de auxílio ao próximo.
Minha meta é me especializar em acidentes de trabalho - área tão restrita e tão mal servida de bons profissionais. E é justamente nestes casos em que o trabalhador mais precisa de advogados competentes e conscienciosos. 
Na verdade, nos últimos meses tenho trabalhado prioritariamente com este tipo de ação complexa - setor no qual pretendo atuar, assim que me formar.
A Providência tem sido muita generosa comigo. Tenho alcançado minhas metas, com muito esforço e dedicação, amparada principalmente por meus pais e pelos amigos da Espiritualidade, que acompanham e orientam meus passos. 
A eles, devo tudo o que sou, pois sempre me guiaram nesta espinhosa jornada que é a vida. 
Faça questão de não esquecer jamais nenhuma das dificuldades que enfrentei ao longo desses anos de graduação e que, no entanto, serviram de impulso para as conquistas que tenho alcançado e por aquelas que ainda galgarei.
Estou apenas começando. 
Caminho com os pés no chão, sem perder de vista que o meu propósito maior não é enriquecer a qualquer custo - como o querem muitos dos meus colegas. Mas sim, fazer do meu trabalho, da minha atividade profissional, um meio a mais para tentar diminuir as diferenças abismais entre aqueles que precisam da tutela jurisdicional e dispõem de poucos recursos financeiros e aqueles outros que, por serem mais aquinhoados, se vêem escandalosamente favorecidos.
Eu quero sim, fazer valer a dita "paridade de armas" na justiça obreira, tão esquecida pelos nossos ilustres magistrados. Não me incomodo de sustentar um posicionamento minoritário. Sei que isso será o diferencial mais adiante. 
Bom, estou super feliz hoje e vou bebemorar em família este momento tão importante na minha vida profissional. E se puderem, bebam também "em minha intenção" (risos)!

Stephane Loureiro

sábado, 24 de dezembro de 2011

Não vou mudar

Penso que este ano que finda, cheio de mudanças inesperadas, reviravoltas, renúncias, ficará para sempre marcado na minha trajetória.
De repente, não mais que de repente, resolvo mandar todo mundo pra puta que pariu e ir morar sozinha.
Resolvi igualmente pensar um pouco mais em mim, cuidar do meu coração -  já de saco cheio das minhas velhas feridas e cansaços.
Resolvi que não vale a pena guardar rancores de quem quer que seja. A vida continua e cada um vai, no tempo certo, aprender as lições que precisa - e isso não depende de mim. É só uma questão de tempo.
Aprendi também que, quando não é possível encontrar soluções para certos problemas, é melhor entregar nas mãos da Providência, que no momento adequado, nos dará as respostas - e focar em outros objetivos mais compensadores.
E outra coisa: por mais que me digam exatamente o contrário, não vou mudar meu jeito de ser. 
Sou uma pessoa extremamente teimosa e se acham que a vida que eu levo, um tanto quanto reclusa, "não é nada saudável", problema deles.
Em 2012 eu quero continuar exatamente assim - só que mantendo a liberdade que eu conquistei.
Minha sensibilidade me ensinou, reiteradamente, que às vezes, caminhar sozinha é a melhor opção. 
Neste ano que chega ao fim, renunciei a alguns sonhos, em troca de tranquilidade. 
Vou descobrir se fiz a melhor escolha, mais adiante.
Aprendi que não devemos ter medo de fazer escolhas. Viver é isso. Se fugirmos acovardados dos desafios que a vida reiteradamente nos impõe, o fracasso é certo. No entanto, se optarmos por fazer escolhas, ainda que não sejam as mais acertadas, a probabilidade do fracasso nos alcançar é bem menor.
Quero crer que estou fazendo o melhor. 
Minha vida é fazer tudo pensando no futuro, procurando atingir as minhas metas. O momento ainda é de lançar bases. Não posso me dar ao luxo de perder tempo com indecisões e inseguranças, esperando que as coisas caiam do céu.  
Porque, pra mim, realmente nada vem de bandeja - e é melhor que continue assim mesmo. 
De mais a mais, sou muito orgulhosa pra aceitar que outros me favoreçam. E ponto final.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Don't You Remember

When will I see you again?
You left with no goodbye,
Not a single word was said,
No final kiss to seal any seams,
I had no idea of the state we were in...

I know I have a fickle heart and bitterness,
And a wandering eye, and a heaviness in my head...

But don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember me once more...

When was the last time you thought of me?
Or have you completely erased me from your memory?
I often think about where I went wrong,
The more I do, the less I know...

But I know I have a fickle heart and bitterness,
And a wandering eye, and a heaviness in my head...

But don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember me once more...

Gave you the space so you could breathe,
I kept my distance so you would be free,
And hope that you find the missing piece,
To bring you back to me...

Why don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember me once more...

When will I see you again?



(Adele)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Eu amo ser independente!

Sim, meus prezados, não há nada melhor que essa enorme sensação de independência.  
De fato, eu sempre gostei de trabalhar, de realizar minhas coisas por conta própria. Eu sempre fui assim. Trabalho desde os 17 anos - nem sei que gosto tem ser "filhinha de papai nascida em berço esplêndido". Pelo contrário. Contudo, depois que resolvi morar sozinha, tenho me sentido super feliz. Essa sensação de liberdade, autonomia plena... Nossa, que legal! 
Talvez eu esteja demasiadamente empolgada. Talvez.
Mas a verdade é que estou muito de bem com a vida.

Stephane Loureiro

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

Tô toda prosa!

Bom, acho que está na hora de dar um Stop na depressão e curtir a vida.
Afinal, eu mereço. 
Morando sozinha, na flor dos vinte e poucos aninhos (um bebezinho ainda gente, só tenho tamanho tá!), solteira e já passou do tempo de começar a experimentar o lado divertido da vida.
Os colegas me cobram as festinhas no apê - que, diga-se de passagem, ainda não promovi - por enquanto, só familiares me visitaram.
Este fim de ano promete ótimos motivos pra comemorar. 
E, enquanto escrevo essas mal traçadas linhas, o sol começa a esfriar lá fora e bate um desejo de tomar uma cervejinha geladinha (de uns tempos pra cá comecei a bebericar)...
Mas, quando penso que tenho que trocar de roupa (estou de blusão, pra variar), pentear os cabelos revoltosos e descer quatro lances de escada...
Perco totalmente a coragem... Jesus!

Stephane Loureiro



sábado, 10 de dezembro de 2011

Momento histórico no Spleen II: Finalmente morando sozinha!

Agora, é fato. 
Me dá um certo medo, uma leve apreensão e eu me pergunto: será mesmo que dou conta do recado?
Mas, está feito. Fiz exatamente o que eu desejei e sinto uma enorme satisfação por conta disso.
Estou no meu pedaço, as minhas custas. 
Em verdade, a vida não é fácil, mas estou construindo sozinha, passo a passo, o meu caminho.

Stephane Loureiro

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Malas Prontas: Momento histórico aqui no Spleen!


Sim, meus prezados: finalmente estou de mudança.
Hoje passei boa parte da manhã  - com ajuda de uma amiga - lavando o apartamento, que é de fato, uma graça. 
O condomínio é antigo e bem familiar. A maior parte dos moradores são idosos. Dá pra ver a faculdade da janela do meu quarto. A única coisa que desabona são os quatro lances de escada até o meu apartamento, no ultimo andar.
Entretanto, confesso que a sensação é de grande responsabilidade. Mas, cada um tem que procurar o melhor pra si e eu me sinto forte o suficiente pra buscar a realização dos meus sonhos, desde logo.
Já organizei meus pertences. E, sábado pela manhã, "home sweet home"! 
Me desejem sorte!

                                                                                                                                    Stephane Loureiro